O magnetismo carreia para a direção do equador o material de radiação. Que vai produzir os anéis, depois em discos e vão se transformar em esferas pela pressão do espaço denso e atmosfera. Que iniciarão a sua translação conforme a rotação dos primários.
O magnetismo e a rotação levam os secundários a iniciarem a sua translação em alinhamento. Por isto que os astros e o cosmo quase na sua totalidade é em formato de disco.
Isto se confirma nos sistemas planetários, de satélites, de cometas, de galáxias e aglomerados.
Sábado, 26 de Setembro de 2009
Décima sexta teoria de astronomia graceliana.RESPOSTA A ALGUNS ENIGMAS DA ASTRONOMIA.
Autor – Ancelmo Luiz graceli.
Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
Endereço – Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.
ancelmoluizgraceli@hotmail.com
Colaborador. Márcio Piter Rangel.
Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Direitos Autorais – Brasil.
Apresentado a Sociedade Brasileira de Física – SBFísica.
Brazilian Journal of Physics.
Do quase nada tudo pode surgir – exceto Deus. Pois é o único absoluto.
1- AS CALDAS DOS COMETAS MUDAM DE POSIÇÃO E FICAM EM SENTIDO PARALELO EXTERNO [para fora] sempre quando passam perto de algum planeta ou estrela. Isto confirma que a radiação impulsiona para fora os astros. E a gravitação tem pouca ação a grandes distancias. Pois se a gravitação atraísse a calda deveria se posicionar em sentido paralelo interno, mais próximo do astro em que o cometa esta passando. Ou ficar para traz, pois com a velocidade seria normal a calda sobrar para traz.
2- AS GALÁXIAS E AGLOMERADOS SÃO PLANOS POR CAUSA DO EFEITO MAGNÉTICO DURANTE A FORMAÇÃO das galáxias e aglomerados, pois os secundários se originam após um perfilamento de gases e partículas no equador, por causa do efeito magnético.
Isto prova que as galáxias e aglomerados são causa de um processo longo e mais demorado, e são causa secundaria, pois se originaram de algum primário.
3- A ESFERIFICAÇÃO SE DEVE APÓS O EFEITO MAGNÉTICO DE CARREAMENTO PARA O EQUADOR, ONDE SÃO PRODUZIDAS AS MASSAS DE GASES ATMOSFÉRICAS, SE CONFIRMA ISTO EM JÚPITER. Os anéis e os discos. E a pressão atmosférica e a pressão do espaço denso produzem a esferificação deste material.
4- OS PLANETAS E SATÉLITES EM SUA MAIORIA FORA DO SISTEMA SOLAR SÃO GASOSOS POR SEREM AINDA DE FORMAÇÃO RECENTE. SÃO JOVENS.
5- VÊNUS TEM UMA TRANSLAÇÃO CONTRÁRIA AOS OUTROS PLANETAS PORQUE ELE DEU UM GIRO ROTACIONAL SOBRE SI COM O PASSAR DOS TEMPOS. E ESTE FENÔMENO DE INCLINAÇÃO ROTACIONAL VEIO MUDANDO a sua inclinação translacional aumentando o ângulo desta inclinação. Pois quando o astro passa de um ângulo superior a cento e oitenta graus de inclinação, o mesmo passa a retornar, ou seja, fazer o movimento em sentido inverso.
Isto se confirma que Vênus possui uma das maiores inclinações rotacionais.
6- URANO E PLUTÃO TÊM UMA INCLINAÇÃO DE ROTAÇÃO PERPENDICULAR EM RELAÇÃO À ECLÍPTICA POR QUE são velhos e já se encontram com pouca produção de energia. Esta inclinação sempre aumentará, como também a inclinação da translação e a excentricidade.
7- OS SECUNDÁRIOS QUANDO VÃO SE AFASTANDO E FICANDO MAIS VELHOS E COM MENOS ENERGIA SE PROCESSANDO, TENDERÃO A TER UMA CRESCENTE INCLINAÇÃO ROTACIONAL E TRANSLACIONAL E GRANDES EXCENTRICIDADES.
8- PARADÓXIDO DO ACOMPANHAMENTO DA DINÂMICA DOS ASTROS E GALÁXIAS.
Sistema dinâmico solar.
OS SATÉLITES SEGUEM OS PLANETAS E ESTES O SOL, E O SOL A GALÁXIA.
É como um corredor que nasceu dentro de um carrossel e em translação na extremidade de um outro carrossel maior também em translação maior. Mesmo se o corredor parar ele estará em movimento. Ele sempre acompanhará o movimento do carrossel.
Quando mais próximo do carrossel central ele não se aproxima, por que ele não está sendo atraído, mas sim impulsionado para fora pela ação da radiação. Na verdade sempre quando a aproximação é maior, maior é a impulsão. Por sito que os secundários tem uma progressão de afastamento e seguem o primário.
É como a dinâmica dos anéis em torno dos planetas, que é uma translação quando visto como um corpo já estruturado, mas quando ainda na fase de filamentos de gases e partículas atmosféricas faz parte da rotação do planeta o segue o mesmo na sua translação no espaço.
Ou seja, mesmo produzindo a sua dinâmica pela sua energia, ele seguirá o sistema em foi produzido.
MAS HÁ COMETAS E ASTERÓIDES QUE SAÍRAM DO SISTEMA DINÂMICO SOLAR E NÃO HÁ MAIS REGISTRO DOS MESMOS.
Isto provavelmente ocorrerá com os satélites, planetas e cometas do sistema dinâmico solar, após eles ficarem mais velho, com menos energia, se afastarem mais de seus primários, e aumentarem a suas inclinações de rotação e translação e excentricidade. Na era em que o sistema solar de plano passar a ser redondo.
9 – MERCÚRIO E VÊNUS NÃO POSSUEM SATÉLITES POR SEREM JOVENS DE FORMAÇÃO, mesmo tendo uma grande produção de energia e radiação e temperatura. Enquanto Plutão tem dois satélites mesmo tendo um diâmetro também pequeno. Pois Plutão é mais velho e foi produzido numa quantidade de energia muito maior, enquanto o Sol era mais intenso na sua produção de energia.
10 – OS SATÉLITES DE MARTE SÃO OVAIS PORQUE MARTE TEM POUCA PRESSÃO ATMOSFÉRICA E PRESSÃO DE ESPAÇO DENSO. Que são os fatores que produzem a esfericidade dos astros.
Os asteróides em sua maioria também não possuem uma esfericidade perfeita.
SOBRE A EXPLICAÇÃO DO EIXO DA ROTAÇÃO.
Primeiro - o eixo da rotação não tem a nada haver com o achatamento, mas sim com o diâmetro do astro, pro isto que júpiter tem a menor inclinação, por ser maior e ser o mais estável.
Segundo - depende da formação inicial do astro, como já foi visto durante a sua formação os anéis e discos não estão completamente alinhados, mas sim sempre um pouco fora de um alinhamento.
Este alinhamento tende a uma regularidade e depois volta a aumentar conforme o astro desintegra a sua energia, por isto que os astros menores e mais afastados sempre terão uma maior inclinação em relação a este alinhamento.
PRINCIPIO DA VARIAÇÃO DA INCLINAÇÃO DA ROTAÇÃO.
A inclinação da rotação não é constante, ela varia sempre de décimos de graus, levando o astro a épocas mais quentes e outras frias.
Esta variação aumenta com o afastamento do secundário do primário e o diâmetro do mesmo. É maior nos satélites, cometas e asteróides, principalmente nos mais afastados e por serem produzidos por astros com um potencial de energia menor, no caso planetas.
Esta variação é confirmada pela evecção da lua.
PRINCÍPIO DA VARIAÇÃO DA EXCENTRICIDADE.
A mesma variação em décimos de graus se encontra na excentricidade dos astros, sempre maior nos mais afastados e menores.
Isto se confirma na órbita da lua e no período dos cometas, principalmente o cometa Haley.
ALTERNANCIDADE DA VARIAÇÃO.
A variação se alterna na órbita e na rotação, que aumenta e diminui conforme o diâmetro e afastamento do primário que pode ser em anos, períodos, e quantidade e velocidade de rotação, sempre levando em conta o diâmetro e o afastamento.
Em períodos de cinco em cinco anos até oitenta anos para alguns cometas, e em centenas de rotações.
Primeiro - o eixo da rotação não tem a nada haver com o achatamento, mas sim com o diâmetro do astro, pro isto que júpiter tem a menor inclinação, por ser maior e ser o mais estável.
Segundo - depende da formação inicial do astro, como já foi visto durante a sua formação os anéis e discos não estão completamente alinhados, mas sim sempre um pouco fora de um alinhamento.
Este alinhamento tende a uma regularidade e depois volta a aumentar conforme o astro desintegra a sua energia, por isto que os astros menores e mais afastados sempre terão uma maior inclinação em relação a este alinhamento.
PRINCIPIO DA VARIAÇÃO DA INCLINAÇÃO DA ROTAÇÃO.
A inclinação da rotação não é constante, ela varia sempre de décimos de graus, levando o astro a épocas mais quentes e outras frias.
Esta variação aumenta com o afastamento do secundário do primário e o diâmetro do mesmo. É maior nos satélites, cometas e asteróides, principalmente nos mais afastados e por serem produzidos por astros com um potencial de energia menor, no caso planetas.
Esta variação é confirmada pela evecção da lua.
PRINCÍPIO DA VARIAÇÃO DA EXCENTRICIDADE.
A mesma variação em décimos de graus se encontra na excentricidade dos astros, sempre maior nos mais afastados e menores.
Isto se confirma na órbita da lua e no período dos cometas, principalmente o cometa Haley.
ALTERNANCIDADE DA VARIAÇÃO.
A variação se alterna na órbita e na rotação, que aumenta e diminui conforme o diâmetro e afastamento do primário que pode ser em anos, períodos, e quantidade e velocidade de rotação, sempre levando em conta o diâmetro e o afastamento.
Em períodos de cinco em cinco anos até oitenta anos para alguns cometas, e em centenas de rotações.
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