Atmosfísica e magnetismo.
O magnetismo produzido pelos processos físicos dos astros transportam os gases e partículas para a faixa do equador, produzindo os anéis e os discos que vão se transformar em esferas e astros.
Variação e fluxos de energia.
E no limite da faixa ocorre intensa atividade física por três motivos.
1- por ter na atmosfera nesta faixa grande quantidade de material em radiação e processos físicos.
2-O próprio magnetismo produz nesta faixa variações e fluxos de energia mais intensa, pois os dois pólos estão produzindo energia e levando para esta faixa.
3-Nesta faixa que se tem um intenso recebimento de energia de outros planetas e do sol. Pois o sistema solar produz quase um disco perfeito, onde os secundários têm pouca inclinação orbital.
Por isto que se tem no planeta terra, próximo a esta faixa uma intensa turbulência produzidas por variação de temperatura e energia, grandes nuvens, e grande produção de raios.
O magnetismo pode variar o seu fluxo de intensidade e diâmetro, conforme ocorrem os processos físicos da terra na produção do magnetismo, a sua influência sobre os processos físicos da atmosfera, e a ação de todo sistema solar sobre os processos físicos da atmosfera naquela faixa e do magnetismo.
No interior dos astros existem correntes de energia, temperatura, radiação e campos. Estes correntes tem função primordial sobre as correntes marinhas e da atmosfera.
Estas correntes se processam dentro da própria matéria.
A MATÉRIA É UM ESTÁGIO INTERMEDIÁRIO, OU SEJA, ELA SURGE DO ESPAÇO DENSO E DA COMPRESSÃO DO MESMO. E DESTE ESTÁGIO QUE A VIDA SURGE COM SUAS POTENCIALIDADES E CRIAÇÕES. SENDO REGIDOS PELO PODER DIVINO.
Fora da pressão atmosférica existe também pressão, e isto é provado cientificamente, ou seja, o que causaria esta pressão sobre gases no espaço. Logo há mais fenômenos no universo de que podemos imaginar.
O espaço denso é uma prova de como aglomerados de galáxias se formam, produzindo um formato de caracol. Envolta de um centro sem nenhum outro aglomerado, galáxia ou estrela. Ou seja, se movimentam rotacional e translacionalmente em torno de um vazio.
Considerando, assim, não necessitam de um campo gravitacional no centro para produzir a sua rotação, translação e afastamento. Logo só pode ser por causa da sua própria energia.
Assim, temos categorias e estágios de formas e estruturas do universo.
Que são. Espaço denso. Matéria e energia. Vida. Vitalidade [inserida de poderes e potencialidades]. Mente. Espírito. Deus.
OS PROCESSOS E INTERAÇÕES DE PRODUÇÃO DE ENERGIA CAUSAM OS MOVIMENTOS DENTRO DO ASTRO E O SEU DESLOCAMENTO NO ESPAÇO.
Os processos físicos causam o movimento das marés, atmosfera, magnetismo dos pólos para o equador, sismos, deslocamento de temperatura e de radiação, produção de elementos químicos, e outros fenômenos. E produz também o deslocamento do astro no espaço.
Ou seja, os processos e interações física e de produção de energia causam os movimentos dentro do astro e o seu deslocamento no espaço.
O magnetismo produzido pelos processos físicos dos astros transportam os gases e partículas para a faixa do equador, produzindo os anéis e os discos que vão se transformar em esferas e astros.
Variação e fluxos de energia.
E no limite da faixa ocorre intensa atividade física por três motivos.
1- por ter na atmosfera nesta faixa grande quantidade de material em radiação e processos físicos.
2-O próprio magnetismo produz nesta faixa variações e fluxos de energia mais intensa, pois os dois pólos estão produzindo energia e levando para esta faixa.
3-Nesta faixa que se tem um intenso recebimento de energia de outros planetas e do sol. Pois o sistema solar produz quase um disco perfeito, onde os secundários têm pouca inclinação orbital.
Por isto que se tem no planeta terra, próximo a esta faixa uma intensa turbulência produzidas por variação de temperatura e energia, grandes nuvens, e grande produção de raios.
O magnetismo pode variar o seu fluxo de intensidade e diâmetro, conforme ocorrem os processos físicos da terra na produção do magnetismo, a sua influência sobre os processos físicos da atmosfera, e a ação de todo sistema solar sobre os processos físicos da atmosfera naquela faixa e do magnetismo.
No interior dos astros existem correntes de energia, temperatura, radiação e campos. Estes correntes tem função primordial sobre as correntes marinhas e da atmosfera.
Estas correntes se processam dentro da própria matéria.
A MATÉRIA É UM ESTÁGIO INTERMEDIÁRIO, OU SEJA, ELA SURGE DO ESPAÇO DENSO E DA COMPRESSÃO DO MESMO. E DESTE ESTÁGIO QUE A VIDA SURGE COM SUAS POTENCIALIDADES E CRIAÇÕES. SENDO REGIDOS PELO PODER DIVINO.
Fora da pressão atmosférica existe também pressão, e isto é provado cientificamente, ou seja, o que causaria esta pressão sobre gases no espaço. Logo há mais fenômenos no universo de que podemos imaginar.
O espaço denso é uma prova de como aglomerados de galáxias se formam, produzindo um formato de caracol. Envolta de um centro sem nenhum outro aglomerado, galáxia ou estrela. Ou seja, se movimentam rotacional e translacionalmente em torno de um vazio.
Considerando, assim, não necessitam de um campo gravitacional no centro para produzir a sua rotação, translação e afastamento. Logo só pode ser por causa da sua própria energia.
Assim, temos categorias e estágios de formas e estruturas do universo.
Que são. Espaço denso. Matéria e energia. Vida. Vitalidade [inserida de poderes e potencialidades]. Mente. Espírito. Deus.
OS PROCESSOS E INTERAÇÕES DE PRODUÇÃO DE ENERGIA CAUSAM OS MOVIMENTOS DENTRO DO ASTRO E O SEU DESLOCAMENTO NO ESPAÇO.
Os processos físicos causam o movimento das marés, atmosfera, magnetismo dos pólos para o equador, sismos, deslocamento de temperatura e de radiação, produção de elementos químicos, e outros fenômenos. E produz também o deslocamento do astro no espaço.
Ou seja, os processos e interações física e de produção de energia causam os movimentos dentro do astro e o seu deslocamento no espaço.
Efeito graceli vigésima teoria.
ASTRONOMIA .
.
Vigésima teoria de astronomia graceliana.
EFEITO GRACELI. UM
magnetismo espacial.
A translação dos secundários inicia pela rotação do primário, e que o secundário passa a desenvolver a sua translação conforme a rotação do primário. Com isto a inclinação de translação dos secundários segue o eixo de inclinação do equador dos primários.
Por isto que toda inclinação de translação de secundários próxima inclinação de rotação de primários é grande.
URANO.
Isto se confirma na inclinação de translação dos satélites de júpiter, saturno e urano. Pois no caso de urano que tem um eixo de 97,9 graus em relação a eclíptica os seus satélites tem também esta inclinação em relação a eclíptica, ou seja, segue o eixo do equador de urano.
SATURNO.
Os satélites de saturno também seguem o eixo do equador de saturno, ou seja, teve um inicio com a rotação de saturno. Porem a partir de titã com 0,33 graus. Hipérion com 0,5 graus. Japet com 15 graus. E febe com 150 graus. Ou seja, dá para ver que a inclinação é crescente progressivamente com os mais distantes.
Júpiter.
O mesmo acontece com os satélites de júpiter no que se trata de ser originado pelo primário, e que segue o eixo do equador do mesmo. E a partir de um afastamento passa a um aumento crescente progressivamente conforme o diâmetro do próprio satélite.
Porem, a inclinação de translação dos satélites, dos planetas, cometas e asteróides iniciam um pouco crescente e volta a diminuir, e depois conforme o astro vai se distanciando do efeito da radiação do primário e vai gastando e desintegrando a sua energia a inclinação aumenta progressivamente.
EXCENTRICIDADE.
O mesmo acontece com a excentricidade que tem um grau de órbita um pouco grande volta a diminuir e depois cresce progressivamente. isto se confirma nos planetas, satélites, cometas e asteróides.
INCLINAÇÃO DE ROTAÇÃO [AXIAL].
O mesmo acontece com a inclinação de rotação que tem uma origem um pouco grande e depois diminui e volta a crescer progressivamente e infinitamente conforme o astro vai se desintegrando e gastando a sua energia.
RESPOSTA.
O astro quando está se originando sofre a ação da radiação do primário que diminui a sua estabilidade, por isto que tem uma inclinação de rotação um pouco grande. E também de excentricidade e de inclinação de translação.
Ao se afastar um pouco se aproxima do eixo do primário, e depois a instabilidade volta a crescer progressiva e infinitamente.
O EFEITO GRACELI É A ESTABILIDADE DO ASTRO. OU SEJA, É A PASSAGEM DO INSTÁVEL PARA O ESTÁVEL E DO ESTÁVEL PARA O INSTÁVEL.
Ou seja, o crescente para o decrescente, e retornando ao crescente infinitamente.
Ou seja, o astro poderia continuar a sua trajetória crescente progressivamente.Mas não, ele se retrai e diminui, para depois voltar a ser crescente.
Isto também acontece com a dinâmica.
O MAGNETISMO ESPACIAL QUE PRODUZ OS ANÉIS E DISCOS ANTES DOS ASTROS SE ESFERIFICAR, TEM UM ALCANCE PROPORCIONAL A ENERGIA DO PRIMÁRIO.
Ou seja, quanto maior a energia do primário, maior é o alcance e a ação de intensidade no espaço.
Ou seja, do sol pode chegar próximo a júpiter.
De júpiter próximo a ganimedes.
.
O magnetismo espacial que faz com que o secundário venha a ter uma inclinação rotacional e orbital diminuída, para só depois ao se afastar poder ser crescente.
Que também faz com o secundário acompanhe o primário pelo espaço afora. Isto é até quando o efeito magnético espacial tem alcance. Depois o secundário passa a se afastar e a produzir a sua própria rota e órbita no espaço.
Por isto que o secundário carrega consigo os seus filhotes espaço afora. Ou seja, esta é a explica porque mesmo produzindo a sua dinâmica e órbita os secundários acompanham os primários. Como se estivessem agarrados aos primários.
Só depois, como nos secundários afastados, cometas e asteróides vemos astros desgarrados e livres no espaço.
O EFEITO GRACELI É.
1- a faixa de magnetismo espacial.
2- O alinhamento dos secundários por uma faixa invisível que se prolonga no espaço, depois de estarem desalinhados.
3- O acompanhamento dos secundários pelo espaço afora, por causa desta faixa de magnetismo espacial.
4- A anelização de gases antes de se forma em esfera por causa do magnetismo espacial.
5- Como no caso do equador, também o magnetismo espacial é uma faixa de ação que puxa e direciona os secundários e gases ao encontro no espaço da ação de pólos que direciona para este encontro.
6- O encontro é onde está o magnetismo na sua máxima ação.
Diâmetro de júpiter. 142.900 * 10 = 1.142.900. Para distancia entre ganimedes e Calisto - satélites de júpiter.
Diâmetro de saturno. 120.900 * 10 = 1.120.900. Para distancia entre Réia e Hipérion –
satélites de saturno.
Ou seja, a certo afastamento a faixa de ação do efeito graceli decresce e o secundário, passa a se afastar e a produzir uma instabilidade orbital e de inclinação no espaço e uma dinâmica livre.
EFEITO GRACELI DOIS.
PRESSÃO DO ESPAÇO DENSO NA PRODUÇÃO DE ASTROS E NA ESFERIFICAÇÃO.
EFEITO GRACELI TRÊS.
AGLUTINAÇÃO DO ESPAÇO DENSO NA PRODUÇÃO DE ENERGETICUNS E DA ENERGIA E MATÉRIA.
EFEITO GRACELI QUATRO.
FLUXO E RETORNO NA PRODUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.
DE LEVES A PESADOS E DE PESADOS A LEVES.
EFEITO GRACELI CINCO.
ALTERNÂNCIA NO AGENTE CAUSADOR DA TRANSLAÇÃO.
PRIMEIRO A ENERGIA, RADIAÇÃO, ROTAÇÃO E MAGNETISMO DO PRIMÁRIO.
DEPOIS O PRÓPRIO ASTRO PASSA A PRODUZIR A SUA TRANSLAÇÃO.
EFEITO GRACELI SEIS.
FLUXO NA PRODUÇÃO DO COSMO E NA PRODUÇÃO DOS ASTROS E DOS ELEMENTOS.
Efeito graceli sete.
Alinhamento dos astros através do magnetismo e rotação dos primários.
ASTRONOMIA .
.
Vigésima teoria de astronomia graceliana.
EFEITO GRACELI. UM
magnetismo espacial.
A translação dos secundários inicia pela rotação do primário, e que o secundário passa a desenvolver a sua translação conforme a rotação do primário. Com isto a inclinação de translação dos secundários segue o eixo de inclinação do equador dos primários.
Por isto que toda inclinação de translação de secundários próxima inclinação de rotação de primários é grande.
URANO.
Isto se confirma na inclinação de translação dos satélites de júpiter, saturno e urano. Pois no caso de urano que tem um eixo de 97,9 graus em relação a eclíptica os seus satélites tem também esta inclinação em relação a eclíptica, ou seja, segue o eixo do equador de urano.
SATURNO.
Os satélites de saturno também seguem o eixo do equador de saturno, ou seja, teve um inicio com a rotação de saturno. Porem a partir de titã com 0,33 graus. Hipérion com 0,5 graus. Japet com 15 graus. E febe com 150 graus. Ou seja, dá para ver que a inclinação é crescente progressivamente com os mais distantes.
Júpiter.
O mesmo acontece com os satélites de júpiter no que se trata de ser originado pelo primário, e que segue o eixo do equador do mesmo. E a partir de um afastamento passa a um aumento crescente progressivamente conforme o diâmetro do próprio satélite.
Porem, a inclinação de translação dos satélites, dos planetas, cometas e asteróides iniciam um pouco crescente e volta a diminuir, e depois conforme o astro vai se distanciando do efeito da radiação do primário e vai gastando e desintegrando a sua energia a inclinação aumenta progressivamente.
EXCENTRICIDADE.
O mesmo acontece com a excentricidade que tem um grau de órbita um pouco grande volta a diminuir e depois cresce progressivamente. isto se confirma nos planetas, satélites, cometas e asteróides.
INCLINAÇÃO DE ROTAÇÃO [AXIAL].
O mesmo acontece com a inclinação de rotação que tem uma origem um pouco grande e depois diminui e volta a crescer progressivamente e infinitamente conforme o astro vai se desintegrando e gastando a sua energia.
RESPOSTA.
O astro quando está se originando sofre a ação da radiação do primário que diminui a sua estabilidade, por isto que tem uma inclinação de rotação um pouco grande. E também de excentricidade e de inclinação de translação.
Ao se afastar um pouco se aproxima do eixo do primário, e depois a instabilidade volta a crescer progressiva e infinitamente.
O EFEITO GRACELI É A ESTABILIDADE DO ASTRO. OU SEJA, É A PASSAGEM DO INSTÁVEL PARA O ESTÁVEL E DO ESTÁVEL PARA O INSTÁVEL.
Ou seja, o crescente para o decrescente, e retornando ao crescente infinitamente.
Ou seja, o astro poderia continuar a sua trajetória crescente progressivamente.Mas não, ele se retrai e diminui, para depois voltar a ser crescente.
Isto também acontece com a dinâmica.
O MAGNETISMO ESPACIAL QUE PRODUZ OS ANÉIS E DISCOS ANTES DOS ASTROS SE ESFERIFICAR, TEM UM ALCANCE PROPORCIONAL A ENERGIA DO PRIMÁRIO.
Ou seja, quanto maior a energia do primário, maior é o alcance e a ação de intensidade no espaço.
Ou seja, do sol pode chegar próximo a júpiter.
De júpiter próximo a ganimedes.
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O magnetismo espacial que faz com que o secundário venha a ter uma inclinação rotacional e orbital diminuída, para só depois ao se afastar poder ser crescente.
Que também faz com o secundário acompanhe o primário pelo espaço afora. Isto é até quando o efeito magnético espacial tem alcance. Depois o secundário passa a se afastar e a produzir a sua própria rota e órbita no espaço.
Por isto que o secundário carrega consigo os seus filhotes espaço afora. Ou seja, esta é a explica porque mesmo produzindo a sua dinâmica e órbita os secundários acompanham os primários. Como se estivessem agarrados aos primários.
Só depois, como nos secundários afastados, cometas e asteróides vemos astros desgarrados e livres no espaço.
O EFEITO GRACELI É.
1- a faixa de magnetismo espacial.
2- O alinhamento dos secundários por uma faixa invisível que se prolonga no espaço, depois de estarem desalinhados.
3- O acompanhamento dos secundários pelo espaço afora, por causa desta faixa de magnetismo espacial.
4- A anelização de gases antes de se forma em esfera por causa do magnetismo espacial.
5- Como no caso do equador, também o magnetismo espacial é uma faixa de ação que puxa e direciona os secundários e gases ao encontro no espaço da ação de pólos que direciona para este encontro.
6- O encontro é onde está o magnetismo na sua máxima ação.
Diâmetro de júpiter. 142.900 * 10 = 1.142.900. Para distancia entre ganimedes e Calisto - satélites de júpiter.
Diâmetro de saturno. 120.900 * 10 = 1.120.900. Para distancia entre Réia e Hipérion –
satélites de saturno.
Ou seja, a certo afastamento a faixa de ação do efeito graceli decresce e o secundário, passa a se afastar e a produzir uma instabilidade orbital e de inclinação no espaço e uma dinâmica livre.
EFEITO GRACELI DOIS.
PRESSÃO DO ESPAÇO DENSO NA PRODUÇÃO DE ASTROS E NA ESFERIFICAÇÃO.
EFEITO GRACELI TRÊS.
AGLUTINAÇÃO DO ESPAÇO DENSO NA PRODUÇÃO DE ENERGETICUNS E DA ENERGIA E MATÉRIA.
EFEITO GRACELI QUATRO.
FLUXO E RETORNO NA PRODUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.
DE LEVES A PESADOS E DE PESADOS A LEVES.
EFEITO GRACELI CINCO.
ALTERNÂNCIA NO AGENTE CAUSADOR DA TRANSLAÇÃO.
PRIMEIRO A ENERGIA, RADIAÇÃO, ROTAÇÃO E MAGNETISMO DO PRIMÁRIO.
DEPOIS O PRÓPRIO ASTRO PASSA A PRODUZIR A SUA TRANSLAÇÃO.
EFEITO GRACELI SEIS.
FLUXO NA PRODUÇÃO DO COSMO E NA PRODUÇÃO DOS ASTROS E DOS ELEMENTOS.
Efeito graceli sete.
Alinhamento dos astros através do magnetismo e rotação dos primários.
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