quarta-feira, 7 de outubro de 2009

autor - Ancelmo Luiz Graceli.

Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

TEORIA DE ASTRONOMIA DA ALTERNANCIDADE E VARIÂNCIA.
Astronomia de rotação.
Astronomia graceliana.

SOBRE A ORIGEM.

PRINCÍPIO DO FORMATO EM DISCO DO CONJUNTO DE ASTROS EM TORNO DE UM PRIMÁRIO.

O sistema de astros em torno de um primário forma um disco, por que os secundários se originam da radiação expelida no espaço em torno do primário.
Que vai formar a atmosfera, que vai se encaminhar para o equador através da ação magnética, onde se formarão anéis de gases. Continuando a ação magnética vai se formar discos de gases, discos de blocos esféricos e pequenos, onde vai continuar a ação até se formar um só bloco esférico, que no caso já é um secundário – planeta, satélite ou cometa.

E começarão a se afastar do primário. Sempre mantendo um afastamento longitudinal.

Por isto que o conjunto de astros se apresentam como se fossem na forma de disco.

Por isto que ocorre os eclipses e as estações do ano bem determinadas.

O achatamento presente em todos os astros é uma prova de que os mesmos se formam a partir de discos de matérias após a fase de anéis.


NÚCLEOS DENSOS E COM GRANDE ATIVIDADE DE FUSÕES NÚCLEAR E CAMADAS COM MENOS DENSIDADE EM TORNO.

Isto prova que os astros secundários se formam de seus primários, por um processo lento por aglutinação do material de radiação expelido pelo primário.




ALTERNANCIDADE E VARIÂNCIA.

ALTERNANCIDADE AÇÃO QUE AGE SOBRE OS FENÔMENOS.

Primeiro a ação do primário até se esferificar e iniciar um afastamento – anéis, discos, esfera bem próximas – translação que se aproxima da rotação do primário. Rotação mínima. Inclinação orbital e de rotação maior, grande excentricidade.

A um determinado afastamento o secundário começa a produzir a sua dinâmica e órbita.

Aumenta a rotação, diminui a translação, e diminui a irregularidade da órbita.




PRINCÍPIO DA FORMAÇÃO IRREGULAR DO ACHATAMENTO DO ASTRO.

Inclinação do equador.

Durante a formação do astro, e conforme o mesmo vai se estruturando irregularmente o mesmo pode a ser estruturado com alguma irregularidade, ficando o achatamento como se fosse uma concha, ou o astro com um formato menos esférico.

Esta irregularidade é ínfima, de milésimos de graus, que varia conforme o diâmetro e o achatamento do próprio astro.

Achatamento do astro / diâmetro em relação à terra / 10.

Júpiter - 0.062 / 12 /10= 0.00051
Saturno – 0.096 / 9,8/10= 0.00097
Urano - 0.06 / 4.0/10= 0.0015
Netuno - 0.02 / 3.8/10= 0.0005


ALTERNANCIDADE DA AÇÃO DA FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ASTRO SOBRE A DINÂMICA, ÓRBITA E OUTROS FENÔMENOS.

A dinâmica e órbita dos astros são produzidas por duas fases de ação;

A primeira - que acontece durante a formação, quando o astro se forma e passa pelas fases de atmosfera, anéis, disco de pequenas esferas, e uma só esfera até se afastar o suficiente do primário. Neste ponto o astro já inicia a sua própria ação sobe a dinâmica e órbita.

A segunda – onde vai haver a ação da formação e ação da energia do próprio astro.

E a terceira - onde o astro se afasta o suficiente e vai produzir com a sua própria energia a dinâmica e radiação.

Na primeira fase – da formação do astro - se tem a ação do magnetismo e da rotação do primário sobre o secundário – por isso que a translação é enorme e a rotação é quase nula, enquanto se tem uma órbita e inclinação de rotação com grande irregularidade.

Na segunda fase – a ação do magnetismo e rotação do primário diminui e inicia a ação da energia do próprio astro – que é a fase mediana, com as duas ações – ainda a do magnetismo e rotação do primário. Se tem na fase mediana uma grande e crescente rotação, enquanto a translação diminui progressivamente. Nesta fase a órbita e inclinação de rotação possuem pouca irregularidade.

Na terceira fase – o astro já está completamente livre da ação que passou durante a formação, e passa a produzir a sua dinâmica – rotação, translação e afastamento do primário – nesta fase a translação continua a diminuir porque a produção de energia também decresce, e a rotação é grande, porém entra em declínio acompanhando a translação, uma vez que o astro está desintegrando energia e diminuindo a produção de energia – enquanto a irregularidade da órbita e inclinação da rotação aumenta progressivamente.

Na primeira fase o afastamento do primário é grande porque a radiação do primário afasta o secundário.

Na segunda fase o afastamento decresce progressivamente.

Na terceira o afastamento diminui progressivamente.

Esta progressão mantem o sistema de astros, pois os astros próximos e anéis se afastam aceleradamente, enquanto os mais afastados o afastamento é retardado.

Primeira fase - Mercúrio se afasta a menos de 500 metros ao ano terrestre.
Segunda fase – a Terra se afasta a menos de 1 metro ao ano.
Terceira fase - Plutão se afasta a menos de 5 centímetros ao ano.


A primeira que é uma fase de formação se tem grandes irregularidades por ser uma fase instável, e que depende da energia e irregularidades em que já se encontra o primário, isto se confirma nos satélites dos planetas – por isto que na primeira fase – por ser instável - o astro possui grandes irregularidades na órbita e inclinação da rotação.

Na segunda fase – é a fase mais estável, pois ainda se conserva parte da ação do primário e começa a ação da energia do secundário, entretanto deve-se sempre levar em consideração a produção de energia do próprio astro, em que os com diâmetro maior terão menor irregularidades, são mais estáveis.

Na terceira fase – o astro não tem mais a ação do primário e a produção de energia decresce progressivamente, quando a rotação, translação e afastamento também decrescem proporcionalmente ao diâmetro do astro e a desintegração de energia do mesmo.

Nesta fase a instabilidade é progressiva a desintegração de energia do astro, entretanto sempre dependendo do diâmetro e tempo de processamento de energia do mesmo, que é representado com o afastamento. Ou seja, o diâmetro e o afastamento determinam a produção de energia que vai dar uma maior estabilidade ao astro. Porem nesta terceira fase os astros estão distantes e com pouca energia, por isso a instabilidade é crescente, e se tem órbitas e inclinações de rotação com grandes irregularidades. Isto se confirma nos satélites menores e mais distantes dos planetas mais afastados.





PRINCIPIO DO ACOMPANHAMENTO ASTRONÔMICO.

Esta alternância de ação fundamenta o porquê o terciário acompanha no espaço o secundário, e o secundário o primário. Sempre formando um disco no espaço. Pois o secundário produz a sua órbita através do magnetismo e rotação do primário.

Calculo para excentricidade.

Diâmetro [energia] do primário + magnetismo + rotação do primário / diâmetro do secundário / afastamento = excentricidade.

Dp+ m + r + / ds / a = excentricidade.

Dp+m+r/ d / afast = excent.
Mercúrio 2 + 2+2 / 0.38 / 5.8. = excent.
Vênus 2+ 2 +2 / 0.97 / 11.8 = excent.
O diâmetro e o afastamento são em ralação a Terra.


ALTERNÂNCIA E VARIAÇÃO ASTRONÔMICA PELAS FASES EM QUE SE ENCONTRA O ASTRO.


Os fenômenos causadores se alternam e variam – decrescem com a produção e processamento de energia na ação sobre os fenômenos causados.

Os fenômenos causados variam conforme a fase em que se encontram – uns decrescem progressivamente que é o caso da translação e do afastamento.

Outro inicia de zero, aumenta e alcança um ápice e depois diminui progressivamente – que é o caso da rotação.

Outros iniciam grandes, depois decrescem e voltam a aumentar progressivamente – que é o caso das irregularidades das órbitas e inclinação da rotação.


As fases também são variáveis – com mais intensidade de uma ação ou com outra.

Ou seja, os fenômenos que regem os astros se alternam na ação e variam em intensidade. A variação também acontece com os fenômenos causados com os astros.


VARIAÇÃO DA ROTAÇÃO PELA ALTERNANCIDADE.

O que faz com que a rotação dos secundários seja ínfima no inicio é porque os secundários ainda fazem parte dos primários como anéis, discos ou esferas pequenas, e ao se formar ainda estão sob a ação do magnetismo e rotação do primário, ao se afastar se livram desta ação e passam a produzir a própria rotação com a produção de energia e radiação.

Ao se afastar aumenta progressivamente proporcional à produção de energia, representado pelo diâmetro e afastamento. Com a energia se processando a mesma entra em desintegração levando a diminuir a sua ação, quando a rotação começa e diminuir progressivamente.

Ou seja, ela começa ínfima, aumenta progressivamente e alcança um pico e depois decresce.

VARIAÇÃO DA IRREGULARIDADE DA ÓRBITA E INCLINAÇÃO DA ROTAÇÃO PELA ALTERNANCIDADE.

As irregularidades da órbita e inclinação da rotação começam grandes porque a rotação do primário sempre se encontra com irregularidade fazendo com que a órbita dos secundários iniciam com irregularidade. Conforme o tempo de vida, afastamento do primário e desintegração de energia a inclinação aumenta progressivamente.


VARIAÇÃO CRESCENTE DA INCLINAÇÃO DA ROTAÇÃO PELA ENERGIA DE ORIGEM E ENERGIA PRÓPRIA DO ASTRO.

Observação; a inclinação da rotação só aumenta. Se começar grande em um secundário vai continuar a crescer, porem a mesma varia conforme a energia, radiação e rotação do primário na sua origem e, depende da energia que está processando representada pelo diâmetro e afastamento do primário.

A rotação que começa ínfima.
Cresce até um pico.
Diminui com o decréscimo de energia.

A inclinação da translação e excentricidade da órbita inicia grande.
Diminui progressivamente até o pico da segunda fase, alcança um mínimo nesta fase.
E cresce progressivamente.

Isto se confirma em todos os planetas e novos planetas observados além de plutão, nos satélites, cometa e asteróides.


A CONFIRMAÇÃO DA AÇÃO DA ROTAÇÃO E VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO NA ACELERAÇÃO DA TRANSLAÇÃO DO SECUNDÁRIO SERÁ FEITA COM CÁLCULOS PARA TODOS OS SATÉLITES.


Leis.

1-O que faz os astros se movimentarem é a energia e a radiação.

2-A energia e radiação produzem a rotação. E que energia, rotação e radiação vai iniciar a translação do secundário.

3-A radiação e altas temperaturas impulsionam os secundários para fora, deixando o lugar para outros secundários se formarem, e este processo continua consecutivamente. Logo, os secundários mais distantes foram os primeiros a serem formados. Isto pode ser provado com a progressão das distancias entre os secundários. Logo, os astros não são atraídos, mas sim, impulsionados pela radiação e altas temperaturas.

4-O secundário antes de ser uma esfera já se encontra em translação.

5-Ao se afastar o secundário aumentará a sua rotação até um limite, proporcional a sua produção de energia, depois com o gasto e desintegração da energia a rotação entrará em declínio. Isto se confirma em que todos os secundários quando próximos de seus primários a rotação é ínfima, enquanto a translação se encontra no máximo.

6-Aqui temos o inicio de uma explicação de um enigma.

A rotação ínfima crescente até um limite, depois decresce conforme a energia vai se desintegrando.

Enquanto a translação só vai diminuindo.

7-Ou seja, a dinâmica e órbita dos astros são variáveis conforme a energia vai sendo processada. Por isto temos a astronomia processual estruturante [sétima teoria graceliana].

8- A estabilidade da órbita e rotação depende da energia e radiação do astro. Logo, também é variável.

9- o afastamento depende da energia e radiação do astro, por isto que numa progressão a distancia entre marte e júpiter em milhões de Km é 779/228=3.426. Pois se vê que júpiter é muito maior que marte, logo desenvolveu e desenvolve uma velocidade de afastamento maior. Enquanto entre os outros esta diferença é sempre menor do que dois [2].

10- O inicio da translação e afastamento ocorre no processo de origem e aglutinação do material da radiação expelido no espaço.
Que passa por atmosfera, anéis, discos, esferas. [ ver teoria do universo fluxonário e autocosmo].


ESTABILIDADE E INSTABILIDADE DA ROTAÇÃO E ÓRBITA.

O secundário logo após ser produzido tem uma instabilidade maior na inclinação da rotação e da órbita, e uma excentricidade maior. Que dependerá da energia – diâmetro do produtor e do diâmetro maior ou menor do dele.

Ao se afastar do produtor ele diminuirá está instabilidade, que logo após será aumentada e crescerá conforme a energia – diâmetro do secundário.

Esta variação se confirma nos planetas, satélites, cometas e asteróides.

Confirmando a astronomia estruturante variável. E de que os astros se encontram em afastamento.

Confirmando também a astronomia de energeticidade, radiação, rotação, alternancidade, de origem, fisicidade e unidade.



PONTOS CONTUDENTES NA ASTRONOMIA GRACELIANA.

A translação inicia com a rotação do primário enquanto está sendo produzido.

Depois passa a produzir a sua própria translação com a sua energia e radiação.

Por isso que a translação é decrescente, pois decresce conforme decresce a produção de energia do astro.

Por isto que quando ele vai perdendo energia tanto a translação, a rotação e o afastamento diminuem progressivamente.

E tanto é prova que a excentricidade da órbita e as inclinações da órbita e da rotação aumentam com o decréscimo de energia.

Por isto que não existe inércia para os astros. Pois se existisse inércia a translação se manteria a mesma que iniciou quando foi originado. Pois ela decresce conforme decresce a energia do astro.

E eles são freados com a densidade do espaço, pois se eles não fossem freados a velocidade de translação não decresceria.

Manteria-se a mesma que iniciou na origem através da rotação e radiação do primário. E na realidade decresce com a diminuição de energia.

Isto prova que o espaço tem densidade e o astro o rompe com a dinâmica produzida com a sua energia. E conforme a energia vai diminuindo as irregularidades aumenta.



A crescente irregularidade tem haver com o decréscimo de energia e a densidade do espaço, pois do contrário eles se manteriam sempre na mesma direção e sentido de quando foram originados.



Um secundário com um grande diâmetro como júpiter e saturno, e numa fase mediana que já saíram fora da ação do primário, eles terão um grande afastamento do primário, uma grande rotação e translação [em decréscimo].

E uma órbita com pouca excentricidade e inclinação e pouca inclinação da rotação. Pois a grande produção de energia os estabilizam.


ASTRONOMIA ESTRUTURANTE PELA ENERGIA, RADIAÇÃO E ROTAÇÃO.

SOBRE A VARIAÇÃO DA INCLINAÇÃO DA ÓRBITA E DA EXCENTRICIDADE E AFASTAMENTO.

A inclinação da órbita aumenta conforme o afastamento progressivo do secundário.

Este aumento crescente se confirma nos planetas, satélites e cometas.

Porém, este aumento acontece quando o secundário se afasta um pouco do primário. Ou seja, ele ainda se encontra em formação orbital. Ou seja, a inclinação começa com um certo valor não muito grande, depois com o afastamento diminui, e volta a crescer infinitamente a proporção o secundário se afasta.

Esta variação é produzida pela energia do secundário que recebeu do primário. E torna-se decresce e passa a ser crescente infinitamente.

Esta variação decrescente e depois crescente também acontece no afastamento e na excentricidade.

Isto mostra que a dinâmica e órbita dos astros são estruturantes, ou seja, estão em desenvolvimento, e variam conforme as fases desta estruturação.

SOBRE A ESFERIFICAÇÃO E ANELIZAÇÃO.
PRESSÃO DA ATMOSFERA E DO ESPAÇO DENSO.

A formação de anéis e discos se deve ao magnetismo do primário. Que carrega os matérias expelidos no espaço pelo primário.

A esferificação se deve a pressão da atmosfera e do espaço denso sobre a matéria em volta do secundário. Que vai carreando as partículas e gases da atmosfera em volta de um centro. Que vai se formar a esfera.

Por isto que todos os secundários são esféricos, e quanto maiores são mais esféricos, pois levou mais tempo na formação e estruturação.

Isto pode ser confirmado com júpiter e saturno que são mais esféricos [com menos achatamento e irregularidade de formação].

Enquanto os menores são menos esféricos. Isto se confirma nos satélites de marte, nos cometas e asteróides. Confirmando que levaram menos tempo de formação enquanto se afastavam.


A TEORIA CONSEGUE RESPONDER NUMA SÓ TEORIA A ORIGEM, FORMAS, DIÂMETRO, VARIAÇÕES, DINÂMICA, E ÓRBITAS DOS ASTROS.

O afastamento progressivo e a rotação, inclinação e variações.

Por que os primeiros e os últimos são mais irregulares em suas órbitas e inclinações.

Por que os mais distantes quase andam de lado na eclíptica [inclinação de rotação].

TRANSLAÇÃO DE INCLINAÇÃO DE ÓRBITA.

E SENTIDO CONTRÁRIO DE VÊNUS AOS OUTROS PLANETAS. OS OUTROS COM SENTIDO ANTI-HORÁRIO.

E por que Vênus tem uma órbita que segue o sentido contrario do anti-horário. Uma vez que todos os outros seguem o sentido anti-horário.

Resposta. Vênus virou a sua órbita. Começou no sentido anti-horário. E foi mudando. Invertendo a inclinação da órbita. Até chegar no estágio e posição de três graus que se encontra hoje. E continua o processo.

A órbita de Vênus continua nesta translação de inclinação de órbita.

Todos os astros possuem esta translação de inclinação de órbita. Só que uns mais outros menos.

PODE-SE COMPARAR EM MERCÚRIO QUE ELE JÁ TEM sete GRAUS DE INCLINAÇÃO DE ÓRBITA.

OU SEJA, A ASTRONOMIA É ESTRUTURANTE. ESTÁ EM MUDANÇA.
EM AFASTAMENTO PROGRESSIVO. TRANSLAÇÃO LATERAL ou transversal.
VARIAÇÃO DE DINÂMICAS E ÓRBITAS. E INCLINAÇÕES.


Este é mais um enigma que as teorias graceliana consegue responder.

ASTRONOMIA ESTRUTURANTE – EM DESENVOLVIMENTO.

Rotação transversal. Urano e plutão têm uma rotação perpendicular a eclíptica. Por estarem mais afastados e se encontrarem na terceira fase dos astros.

Rotação transversal.

Translação transversal. Por isto do sentido invertido ao anti-horário de Vênus em relação aos outros planetas.

Afastamento progressivo. Os astros estão em afastamento progressivo.

Rotações, translações, afastamentos, órbitas variantes.

Excentricidade variante. Aumenta e diminui.

Prova se alguns milhões de anos a frente os astros mudarem os seus valores. É por que as teorias graceliana são verdadeiras.


PRINCÍPIO DA INVERSÃO.

Vênus cumpriu o princípio da inversão. Ou seja, mudou o sentido de sua órbita. Enquanto outros estão neste processo.

O astro vai se transladando translacionalmente, produzindo uma inclinação. Quando esta inclinação passa dos noventa graus, o astro volta no sentido contrario, e quando chega aos 180 graus ele está numa inversão de sentido em relação aos outros. Ou seja, enquanto todos se movimentam em sentido anti-horário, Vênus se move em sentido horário.

Ou seja, enquanto ele ia, com o passar do tempo ele está voltando.


TRANSLAÇÃO DISTORCIDA PELA ROTAÇÃO E ATIVIDADES TECTÔNICAS.

Vênus tem uma inclinação da rotação de 177 graus, que parece estar andando de cabeça para baixo, com o pólo norte para baixo e sul para cima.

Enquanto urano e plutão têm um eixo perpendicular a eclíptica, urano com 98, e plutão com 90 graus.

Ou seja, a rotação produz a translação, e produz uma translação de lado, e faz com que o astro tenha uma translação distorcida, sempre pendendo mais para um dos lados. Provavelmente porque Vênus, urano e plutão tenham um ponto de sua crosta com menos densidade, onde as furações e altas temperaturas expelissem nesta região mais radiação e material no espaço.

Esta impulsão mais em um ponto fez com que eles tivessem uma inclinação de rotação tão grande, e distorcendo a translação, produzindo a translação lateral em cada órbita desenvolvida pelo astro.

Por isto que Vênus tem uma inclinação de rotação de 177 graus e uma inclinação de órbita de 3 graus. Mas de sentido contrario dos outros.

Enquanto urano com 98 e plutão com 90 de inclinação de rotação são os dosi com maiores inclinações de órbita.

É observado que Vênus tem uma intensa atividade tectônica em um dos lados, mais próximo de um dos pólos.

Mercúrio já começa a ter uma intensa distorção, pois mesmo sendo o mais jovem, já tem 28 graus de inclinação axial. E 7,0 graus de inclinação de órbita.

Confirmando o exposto até aqui.

E júpiter por ter o maior diâmetro tem a menor inclinação de rotação com 3.1 graus, e e 1.3 graus de inclinação de órbita.

Enquanto nos outros astros a inclinação de rotação é crescente.
Terra 23.5.
Marte 25.2.
Saturno 26.7
Netuno 28.8

Confirmando o exposto até o momento pela teoria graceliana de AUMENTA PROGRESSIVAMENTE. DEPENDE DA ESTABILIDADE DO DIÂMETRO. DAS CONDIÇÕES FÍSICAS E DE CONDIÇÕES DE IMPULSÃO PELA RADIAÇÃO.

A estronomia estruturante sustenta que a órbita dos astros, dinâmica e inclinações estão em mudanças.

Variação da inclinação da órbita.

A inclinação varia em numa faixa de 3 por cento da inclinação que o astro desenvolve.

Se a inclinação do astro for maior, a variação também será maior. Na proporção de 3 por cento.

Isto pode ser comprovado com a entrada da luz do sol em suas casas, no verão inicia e vai mudando até o inverno e depois volta a retornar. Numa faixa limite.

Esta mesma variação ocorre também na inclinação da rotação e na excentricidade.


SAZONALIDADE.
O fluxo obedece a uma sazonalidade. Como exemplo se têm órbitas longas e irregulares, como a dos cometas de períodos longos, que durante de quatro a sete períodos há uma diferença crescentes de um a dez minutos num período de setenta e quatro anos. Depois passa a ser decrescente na mesma proporção. Onde se mantem o ciclo. Esta sazonalidade acontece também nas órbitas, nas irregularidades da órbita e rotação. E em outros fenômenos.
 


ver os calculos na quarta teoria de astronomia graceliana.

 
Teorias graceliana –

Conjunto de teorias que visam a unidade geral que englobam a:

1-Teologia.
2-Filosofia.
3-Antropologia.
4-Ontologia.
5-Psicologia.
6-Biologia.
7-Cosmologia.
8-Cosmofisica.
9-Astrofísica.
10-Astronomia.
11-Física.
12-Química.
13-Geografia.
14-Geofísica.
15-Astrografia.
16-cosmogeneses,



Transitoridade – a realidade e os processos físicos não são nem absolutos, pois se modificam a todo o momento.

E não são relativos, pois eles existem em si mesmos independentes de referenciais.



Variações da rotação com o acréscimo de temperatura.

A velocidade de rotação aumenta quando um satélite se aproxima de uma estrela ou um planeta muito quente, como no caso de mercúrio e Vênus, quando eles possuem grande temperatura e radiação. Este acréscimo de temperatura faz com que a velocidade aumenta, a inclinação da rotação e órbita também sofre uma mudança.

A radiação também aumenta, com também a pulsação, magnetismo, sismos, temperatura, movimento da atmosfera para o equador, anéis, discos.

Estes fenômenos são detectados em asteróides, na lua, e satélites de marte.


Os fenômenos da lua de evecção, deformação da órbita da lua e outros fenômenos.


Não a luz ou campo que atua variando a rotação de satélites, meteoros, asteróides, cometas. Mas sim a radiação e temperatura do sol, que faz com os processos físicos sejam alterados.

Existe dois fatores que agem nas variações :

UM PRIMÁRIO que faz parte da origem do astro e de toda sua dinâmica, onde o astro se forma em um meio com pouca rotação e grande translação por ser ainda parte do primário.

A rotação inicia ínfima, vai crescendo conforme se afasta do primário e conforme a sua produção de energia, chega ao seu máximo e volta a diminuir progressivamente.

O fator secundário é quando o astro se afasta do primário, porem ao fazer uma aproximação no ponto mais próximo da elipse a rotação, translação e afastamento, inclinações e excentricidades sofrem uma pequena variação. Isto se confirma com a lua por ser o satélite mais próximo do sol, meteoros, asteróides e cometas quando se aproximam da radiação e altas temperaturas do sol. Pois produz uma ação sobre os processos físicos destes secundários, alterando os seus fenômenos.
Teoria graceliana da totalidade.

TEORIA FÍSICA, COSMOLÓGICA, ASTROFÍSICA E ASTRONÔMICA DA TOTALIDADE.

Esta teoria visa fundamentar a natureza dos fenômenos físicos entre si.

Os fenômenos astronômicos, sua dinâmica, órbitas e variações dependem do mundo físico de processos em que se encontram.

A dinâmica de um astro depende da sua origem.

A sua origem depende da natureza e intensidade de processos físicos do seu produtor – primário.

O cosmo como um todo depende desta natureza, intensidade e variações físicas.

O TUDO DE INTERAÇÃO.
TEORIA DO UNIVERSO ESTRUTURANTE POR MAGNETISMO, E DESINTEGRANTE POR FUSÃO NUCLEAR NATURAL NO CENTRO DOS ASTROS, ALTAS TEMPERATURAS E RADIAÇÃO.

O material da desintegração que foi expelido no espaço na forma de radiação e partículas volta a se reintegrar formando atmosfera, que pelo magnetismo é puxado em direção ao equador, onde vai se estruturar na forma de anéis, depois discos em volta do primário na forma de esferas minúsculas, estas esferas vão formar um só disco que é o secundário, no caso um planeta produzido pelo Sol, ou satélites, cometas e asteróides produzidos por planetas.








TEORIA GERAL – DA ORIGEM DO UNIVERSO, COSMOFÍSICA, ASTROFÍSICA E ASTRONOMIA.

O processo de formação do universo determina os fenômenos da cosmofisica, onde os astros se formaram e se desintegrarão dando origem a outros menores e com menos energia e processos físicos. Todos estes processos que fazem com que os primários se desintegram progressivamente darão condições a outros nascerem.

E com o nascimento se dará origem a rotação, translação, afastamento e órbitas dos astros.

A COSMOFISICA É OS PROCESSOS FÍSICOS QUE OCORREM NO ESPAÇO ONDE É DETERMINADO O UNIVERSO FÍSICO QUE FORMA O COSMO.

Ou seja, os fenômenos que formam e produzem o cosmo são os mesmo que ocorrem dentro e próximo dos astros e determina os fenômenos da astronomia.
Que são – fusões e fissões nucleares, radiação interna e externa, altas temperatura, produção de campos magnético e gravitacional, altas temperaturas, gases, anéis, discos, discos de anéis e de esferas, asteróides.


A produção de energia e radiação vai produzir a rotação do primário, que vai produzir a translação do secundário. Depois este secundário ao se esferificar e afastar-se e vai dar inicio a sua própria rotação. Que ao formar um secundário vai produzir a sua dinâmica.

COM ISTO SE CONCLUI QUE:

Depende da produção de energia e radiação.
A dinâmica surge com a origem do astro.
A translação e órbita são uma conseqüência da energia, radiação e rotação do primário.
Teoria do universo de transformação, transição e renovação.

O universo são processos de transformação, transição e renovação.





Vênus e mercúrio deixam um rastro de gases e radiação para traz. Por três motivos.
- pela grande velocidade de translação.
- Por que a grande radiação liberada por causa da intensa produção de temperatura, faz com que não se forma uma atmosfera bem próximo dos planetas.
- E com a produção do magnetismo não distribuída uniformemente para o equador faz com que os anéis não cheguem a se formar.



Teoria da capa de gases e radiação.

Há astros no espaço todo coberto por gases e radiação, como se fosse uma capa. Isto ocorre por o astro possui pouca translação, pois no caso haveria um rastro, calda.

Pouca rotação e mínimo magnetismo, pois no caso este material de gases seriam carreados pêra o equador, e daria inicio a anéis, discos e mais tarde a esferas - pequenos meteoritos. E mais tarde satélites.

Urano possui uma atmosfera e anéis um pouco de lado do equador, e com grande inclinação. Possui também vulcões próximos a um dos pólos.
TEORIA DO UNIVERSO DE HARMONIA E PODER DIVINO.
A harmonia da produção de astros por primários, suas órbitas que se afastam lentamente para dar lugar a outros novos secundários e ter a possibilidade de produzir uma nova linhagem de terciários, que também se afastarão e darão possibilidade a quaternários – assim encontramos uma harmonia que vai contra o caos proposto por uma expansão infindável. Conclui-se que o universo em si é uma harmonia com direcionamento por de poderes superiores ao homem e a própria matéria
Teorias graceliana –

Conjunto de teorias que visam a unidade geral que englobam a:

1-Teologia.
2-Filosofia.
3-Antropologia.
4-Ontologia.
5-Psicologia.
6-Biologia.
7-Cosmologia.
8-Cosmofisica.
9-Astrofísica.
10-Astronomia.
11-Física.
12-Química.
13-Geografia.
14-Geofísica.
15-Astrografia.
16-cosmogeneses,



Transitoridade – a realidade e os processos físicos não são nem absolutos, pois se modificam a todo o momento.

E não são relativos, pois eles existem em si mesmos independentes de referenciais.



Variações da rotação com o acréscimo de temperatura.

A velocidade de rotação aumenta quando um satélite se aproxima de uma estrela ou um planeta muito quente, como no caso de mercúrio e Vênus, quando eles possuem grande temperatura e radiação. Este acréscimo de temperatura faz com que a velocidade aumenta, a inclinação da rotação e órbita também sofre uma mudança.

A radiação também aumenta, com também a pulsação, magnetismo, sismos, temperatura, movimento da atmosfera para o equador, anéis, discos.

Estes fenômenos são detectados em asteróides, na lua, e satélites de marte.


Os fenômenos da lua de evecção, deformação da órbita da lua e outros fenômenos.


Não a luz ou campo que atua variando a rotação de satélites, meteoros, asteróides, cometas. Mas sim a radiação e temperatura do sol, que faz com os processos físicos sejam alterados.

Existe dois fatores que agem nas variações :

UM PRIMÁRIO que faz parte da origem do astro e de toda sua dinâmica, onde o astro se forma em um meio com pouca rotação e grande translação por ser ainda parte do primário.

A rotação inicia ínfima, vai crescendo conforme se afasta do primário e conforme a sua produção de energia, chega ao seu máximo e volta a diminuir progressivamente.

O fator secundário é quando o astro se afasta do primário, porem ao fazer uma aproximação no ponto mais próximo da elipse a rotação, translação e afastamento, inclinações e excentricidades sofrem uma pequena variação. Isto se confirma com a lua por ser o satélite mais próximo do sol, meteoros, asteróides e cometas quando se aproximam da radiação e altas temperaturas do sol. Pois produz uma ação sobre os processos físicos destes secundários, alterando os seus fenômenos.
Teoria graceliana da totalidade.

TEORIA FÍSICA, COSMOLÓGICA, ASTROFÍSICA E ASTRONÔMICA DA TOTALIDADE.

Esta teoria visa fundamentar a natureza dos fenômenos físicos entre si.

Os fenômenos astronômicos, sua dinâmica, órbitas e variações dependem do mundo físico de processos em que se encontram.

A dinâmica de um astro depende da sua origem.

A sua origem depende da natureza e intensidade de processos físicos do seu produtor – primário.

O cosmo como um todo depende desta natureza, intensidade e variações físicas.

O TUDO DE INTERAÇÃO.
TEORIA DO UNIVERSO ESTRUTURANTE POR MAGNETISMO, E DESINTEGRANTE POR FUSÃO NUCLEAR NATURAL NO CENTRO DOS ASTROS, ALTAS TEMPERATURAS E RADIAÇÃO.

O material da desintegração que foi expelido no espaço na forma de radiação e partículas volta a se reintegrar formando atmosfera, que pelo magnetismo é puxado em direção ao equador, onde vai se estruturar na forma de anéis, depois discos em volta do primário na forma de esferas minúsculas, estas esferas vão formar um só disco que é o secundário, no caso um planeta produzido pelo Sol, ou satélites, cometas e asteróides produzidos por planetas.








TEORIA GERAL – DA ORIGEM DO UNIVERSO, COSMOFÍSICA, ASTROFÍSICA E ASTRONOMIA.

O processo de formação do universo determina os fenômenos da cosmofisica, onde os astros se formaram e se desintegrarão dando origem a outros menores e com menos energia e processos físicos. Todos estes processos que fazem com que os primários se desintegram progressivamente darão condições a outros nascerem.

E com o nascimento se dará origem a rotação, translação, afastamento e órbitas dos astros.

A COSMOFISICA É OS PROCESSOS FÍSICOS QUE OCORREM NO ESPAÇO ONDE É DETERMINADO O UNIVERSO FÍSICO QUE FORMA O COSMO.

Ou seja, os fenômenos que formam e produzem o cosmo são os mesmo que ocorrem dentro e próximo dos astros e determina os fenômenos da astronomia.
Que são – fusões e fissões nucleares, radiação interna e externa, altas temperatura, produção de campos magnético e gravitacional, altas temperaturas, gases, anéis, discos, discos de anéis e de esferas, asteróides.


A produção de energia e radiação vai produzir a rotação do primário, que vai produzir a translação do secundário. Depois este secundário ao se esferificar e afastar-se e vai dar inicio a sua própria rotação. Que ao formar um secundário vai produzir a sua dinâmica.

COM ISTO SE CONCLUI QUE:

Depende da produção de energia e radiação.
A dinâmica surge com a origem do astro.
A translação e órbita são uma conseqüência da energia, radiação e rotação do primário.
Teoria do universo de transformação, transição e renovação.

O universo são processos de transformação, transição e renovação.





Vênus e mercúrio deixam um rastro de gases e radiação para traz. Por três motivos.
- pela grande velocidade de translação.
- Por que a grande radiação liberada por causa da intensa produção de temperatura, faz com que não se forma uma atmosfera bem próximo dos planetas.
- E com a produção do magnetismo não distribuída uniformemente para o equador faz com que os anéis não cheguem a se formar.



Teoria da capa de gases e radiação.

Há astros no espaço todo coberto por gases e radiação, como se fosse uma capa. Isto ocorre por o astro possui pouca translação, pois no caso haveria um rastro, calda.

Pouca rotação e mínimo magnetismo, pois no caso este material de gases seriam carreados pêra o equador, e daria inicio a anéis, discos e mais tarde a esferas - pequenos meteoritos. E mais tarde satélites.

Urano possui uma atmosfera e anéis um pouco de lado do equador, e com grande inclinação. Possui também vulcões próximos a um dos pólos.
TEORIA DO UNIVERSO DE HARMONIA E PODER DIVINO.
A harmonia da produção de astros por primários, suas órbitas que se afastam lentamente para dar lugar a outros novos secundários e ter a possibilidade de produzir uma nova linhagem de terciários, que também se afastarão e darão possibilidade a quaternários – assim encontramos uma harmonia que vai contra o caos proposto por uma expansão infindável. Conclui-se que o universo em si é uma harmonia com direcionamento por de poderes superiores ao homem e a própria matéria
 
 
Teorias graceliana –

Conjunto de teorias que visam a unidade geral que englobam a:

1-Teologia.
2-Filosofia.
3-Antropologia.
4-Ontologia.
5-Psicologia.
6-Biologia.
7-Cosmologia.
8-Cosmofisica.
9-Astrofísica.
10-Astronomia.
11-Física.
12-Química.
13-Geografia.
14-Geofísica.
15-Astrografia.
16-cosmogeneses,



Transitoridade – a realidade e os processos físicos não são nem absolutos, pois se modificam a todo o momento.

E não são relativos, pois eles existem em si mesmos independentes de referenciais.



Variações da rotação com o acréscimo de temperatura.

A velocidade de rotação aumenta quando um satélite se aproxima de uma estrela ou um planeta muito quente, como no caso de mercúrio e Vênus, quando eles possuem grande temperatura e radiação. Este acréscimo de temperatura faz com que a velocidade aumenta, a inclinação da rotação e órbita também sofre uma mudança.

A radiação também aumenta, com também a pulsação, magnetismo, sismos, temperatura, movimento da atmosfera para o equador, anéis, discos.

Estes fenômenos são detectados em asteróides, na lua, e satélites de marte.


Os fenômenos da lua de evecção, deformação da órbita da lua e outros fenômenos.


Não a luz ou campo que atua variando a rotação de satélites, meteoros, asteróides, cometas. Mas sim a radiação e temperatura do sol, que faz com os processos físicos sejam alterados.

Existe dois fatores que agem nas variações :

UM PRIMÁRIO que faz parte da origem do astro e de toda sua dinâmica, onde o astro se forma em um meio com pouca rotação e grande translação por ser ainda parte do primário.

A rotação inicia ínfima, vai crescendo conforme se afasta do primário e conforme a sua produção de energia, chega ao seu máximo e volta a diminuir progressivamente.

O fator secundário é quando o astro se afasta do primário, porem ao fazer uma aproximação no ponto mais próximo da elipse a rotação, translação e afastamento, inclinações e excentricidades sofrem uma pequena variação. Isto se confirma com a lua por ser o satélite mais próximo do sol, meteoros, asteróides e cometas quando se aproximam da radiação e altas temperaturas do sol. Pois produz uma ação sobre os processos físicos destes secundários, alterando os seus fenômenos.
Teoria graceliana da totalidade.

TEORIA FÍSICA, COSMOLÓGICA, ASTROFÍSICA E ASTRONÔMICA DA TOTALIDADE.

Esta teoria visa fundamentar a natureza dos fenômenos físicos entre si.

Os fenômenos astronômicos, sua dinâmica, órbitas e variações dependem do mundo físico de processos em que se encontram.

A dinâmica de um astro depende da sua origem.

A sua origem depende da natureza e intensidade de processos físicos do seu produtor – primário.

O cosmo como um todo depende desta natureza, intensidade e variações físicas.

O TUDO DE INTERAÇÃO.
TEORIA DO UNIVERSO ESTRUTURANTE POR MAGNETISMO, E DESINTEGRANTE POR FUSÃO NUCLEAR NATURAL NO CENTRO DOS ASTROS, ALTAS TEMPERATURAS E RADIAÇÃO.

O material da desintegração que foi expelido no espaço na forma de radiação e partículas volta a se reintegrar formando atmosfera, que pelo magnetismo é puxado em direção ao equador, onde vai se estruturar na forma de anéis, depois discos em volta do primário na forma de esferas minúsculas, estas esferas vão formar um só disco que é o secundário, no caso um planeta produzido pelo Sol, ou satélites, cometas e asteróides produzidos por planetas.








TEORIA GERAL – DA ORIGEM DO UNIVERSO, COSMOFÍSICA, ASTROFÍSICA E ASTRONOMIA.

O processo de formação do universo determina os fenômenos da cosmofisica, onde os astros se formaram e se desintegrarão dando origem a outros menores e com menos energia e processos físicos. Todos estes processos que fazem com que os primários se desintegram progressivamente darão condições a outros nascerem.

E com o nascimento se dará origem a rotação, translação, afastamento e órbitas dos astros.

A COSMOFISICA É OS PROCESSOS FÍSICOS QUE OCORREM NO ESPAÇO ONDE É DETERMINADO O UNIVERSO FÍSICO QUE FORMA O COSMO.

Ou seja, os fenômenos que formam e produzem o cosmo são os mesmo que ocorrem dentro e próximo dos astros e determina os fenômenos da astronomia.
Que são – fusões e fissões nucleares, radiação interna e externa, altas temperatura, produção de campos magnético e gravitacional, altas temperaturas, gases, anéis, discos, discos de anéis e de esferas, asteróides.


A produção de energia e radiação vai produzir a rotação do primário, que vai produzir a translação do secundário. Depois este secundário ao se esferificar e afastar-se e vai dar inicio a sua própria rotação. Que ao formar um secundário vai produzir a sua dinâmica.

COM ISTO SE CONCLUI QUE:

Depende da produção de energia e radiação.
A dinâmica surge com a origem do astro.
A translação e órbita são uma conseqüência da energia, radiação e rotação do primário.
Teoria do universo de transformação, transição e renovação.

O universo são processos de transformação, transição e renovação.





Vênus e mercúrio deixam um rastro de gases e radiação para traz. Por três motivos.
- pela grande velocidade de translação.
- Por que a grande radiação liberada por causa da intensa produção de temperatura, faz com que não se forma uma atmosfera bem próximo dos planetas.
- E com a produção do magnetismo não distribuída uniformemente para o equador faz com que os anéis não cheguem a se formar.



Teoria da capa de gases e radiação.

Há astros no espaço todo coberto por gases e radiação, como se fosse uma capa. Isto ocorre por o astro possui pouca translação, pois no caso haveria um rastro, calda.

Pouca rotação e mínimo magnetismo, pois no caso este material de gases seriam carreados pêra o equador, e daria inicio a anéis, discos e mais tarde a esferas - pequenos meteoritos. E mais tarde satélites.

Urano possui uma atmosfera e anéis um pouco de lado do equador, e com grande inclinação. Possui também vulcões próximos a um dos pólos.
TEORIA DO UNIVERSO DE HARMONIA E PODER DIVINO.
A harmonia da produção de astros por primários, suas órbitas que se afastam lentamente para dar lugar a outros novos secundários e ter a possibilidade de produzir uma nova linhagem de terciários, que também se afastarão e darão possibilidade a quaternários – assim encontramos uma harmonia que vai contra o caos proposto por uma expansão infindável. Conclui-se que o universo em si é uma harmonia com direcionamento por de poderes superiores ao homem e a própria matéria 
 
 
 
 
Teorias graceliana –

Conjunto de teorias que visam a unidade geral que englobam a:

1-Teologia.
2-Filosofia.
3-Antropologia.
4-Ontologia.
5-Psicologia.
6-Biologia.
7-Cosmologia.
8-Cosmofisica.
9-Astrofísica.
10-Astronomia.
11-Física.
12-Química.
13-Geografia.
14-Geofísica.
15-Astrografia.
16-cosmogeneses,



Transitoridade – a realidade e os processos físicos não são nem absolutos, pois se modificam a todo o momento.

E não são relativos, pois eles existem em si mesmos independentes de referenciais.



Variações da rotação com o acréscimo de temperatura.

A velocidade de rotação aumenta quando um satélite se aproxima de uma estrela ou um planeta muito quente, como no caso de mercúrio e Vênus, quando eles possuem grande temperatura e radiação. Este acréscimo de temperatura faz com que a velocidade aumenta, a inclinação da rotação e órbita também sofre uma mudança.

A radiação também aumenta, com também a pulsação, magnetismo, sismos, temperatura, movimento da atmosfera para o equador, anéis, discos.

Estes fenômenos são detectados em asteróides, na lua, e satélites de marte.


Os fenômenos da lua de evecção, deformação da órbita da lua e outros fenômenos.


Não a luz ou campo que atua variando a rotação de satélites, meteoros, asteróides, cometas. Mas sim a radiação e temperatura do sol, que faz com os processos físicos sejam alterados.

Existe dois fatores que agem nas variações :

UM PRIMÁRIO que faz parte da origem do astro e de toda sua dinâmica, onde o astro se forma em um meio com pouca rotação e grande translação por ser ainda parte do primário.

A rotação inicia ínfima, vai crescendo conforme se afasta do primário e conforme a sua produção de energia, chega ao seu máximo e volta a diminuir progressivamente.

O fator secundário é quando o astro se afasta do primário, porem ao fazer uma aproximação no ponto mais próximo da elipse a rotação, translação e afastamento, inclinações e excentricidades sofrem uma pequena variação. Isto se confirma com a lua por ser o satélite mais próximo do sol, meteoros, asteróides e cometas quando se aproximam da radiação e altas temperaturas do sol. Pois produz uma ação sobre os processos físicos destes secundários, alterando os seus fenômenos.
Teoria graceliana da totalidade.

TEORIA FÍSICA, COSMOLÓGICA, ASTROFÍSICA E ASTRONÔMICA DA TOTALIDADE.

Esta teoria visa fundamentar a natureza dos fenômenos físicos entre si.

Os fenômenos astronômicos, sua dinâmica, órbitas e variações dependem do mundo físico de processos em que se encontram.

A dinâmica de um astro depende da sua origem.

A sua origem depende da natureza e intensidade de processos físicos do seu produtor – primário.

O cosmo como um todo depende desta natureza, intensidade e variações físicas.

O TUDO DE INTERAÇÃO.
TEORIA DO UNIVERSO ESTRUTURANTE POR MAGNETISMO, E DESINTEGRANTE POR FUSÃO NUCLEAR NATURAL NO CENTRO DOS ASTROS, ALTAS TEMPERATURAS E RADIAÇÃO.

O material da desintegração que foi expelido no espaço na forma de radiação e partículas volta a se reintegrar formando atmosfera, que pelo magnetismo é puxado em direção ao equador, onde vai se estruturar na forma de anéis, depois discos em volta do primário na forma de esferas minúsculas, estas esferas vão formar um só disco que é o secundário, no caso um planeta produzido pelo Sol, ou satélites, cometas e asteróides produzidos por planetas.








TEORIA GERAL – DA ORIGEM DO UNIVERSO, COSMOFÍSICA, ASTROFÍSICA E ASTRONOMIA.

O processo de formação do universo determina os fenômenos da cosmofisica, onde os astros se formaram e se desintegrarão dando origem a outros menores e com menos energia e processos físicos. Todos estes processos que fazem com que os primários se desintegram progressivamente darão condições a outros nascerem.

E com o nascimento se dará origem a rotação, translação, afastamento e órbitas dos astros.

A COSMOFISICA É OS PROCESSOS FÍSICOS QUE OCORREM NO ESPAÇO ONDE É DETERMINADO O UNIVERSO FÍSICO QUE FORMA O COSMO.

Ou seja, os fenômenos que formam e produzem o cosmo são os mesmo que ocorrem dentro e próximo dos astros e determina os fenômenos da astronomia.
Que são – fusões e fissões nucleares, radiação interna e externa, altas temperatura, produção de campos magnético e gravitacional, altas temperaturas, gases, anéis, discos, discos de anéis e de esferas, asteróides.


A produção de energia e radiação vai produzir a rotação do primário, que vai produzir a translação do secundário. Depois este secundário ao se esferificar e afastar-se e vai dar inicio a sua própria rotação. Que ao formar um secundário vai produzir a sua dinâmica.

COM ISTO SE CONCLUI QUE:

Depende da produção de energia e radiação.
A dinâmica surge com a origem do astro.
A translação e órbita são uma conseqüência da energia, radiação e rotação do primário.
Teoria do universo de transformação, transição e renovação.

O universo são processos de transformação, transição e renovação.





Vênus e mercúrio deixam um rastro de gases e radiação para traz. Por três motivos.
- pela grande velocidade de translação.
- Por que a grande radiação liberada por causa da intensa produção de temperatura, faz com que não se forma uma atmosfera bem próximo dos planetas.
- E com a produção do magnetismo não distribuída uniformemente para o equador faz com que os anéis não cheguem a se formar.



Teoria da capa de gases e radiação.

Há astros no espaço todo coberto por gases e radiação, como se fosse uma capa. Isto ocorre por o astro possui pouca translação, pois no caso haveria um rastro, calda.

Pouca rotação e mínimo magnetismo, pois no caso este material de gases seriam carreados pêra o equador, e daria inicio a anéis, discos e mais tarde a esferas - pequenos meteoritos. E mais tarde satélites.

Urano possui uma atmosfera e anéis um pouco de lado do equador, e com grande inclinação. Possui também vulcões próximos a um dos pólos.
TEORIA DO UNIVERSO DE HARMONIA E PODER DIVINO.
A harmonia da produção de astros por primários, suas órbitas que se afastam lentamente para dar lugar a outros novos secundários e ter a possibilidade de produzir uma nova linhagem de terciários, que também se afastarão e darão possibilidade a quaternários – assim encontramos uma harmonia que vai contra o caos proposto por uma expansão infindável. Conclui-se que o universo em si é uma harmonia com direcionamento por de poderes superiores ao homem e a própria matéria
 
 
 
 
 
Magnetismo rotação e alinhamento cósmico.

O magnetismo carreia para a direção do equador o material de radiação. Que vai produzir os anéis, depois em discos e vão se transformar em esferas pela pressão do espaço denso e atmosfera. Que iniciarão a sua translação conforme a rotação dos primários.

O magnetismo e a rotação levam os secundários a iniciarem a sua translação em alinhamento. Por isto que os astros e o cosmo quase na sua totalidade é em formato de disco.

Isto se confirma nos sistemas planetários, de satélites, de cometas, de galáxias e aglomerados.






Sábado, 26 de Setembro de 2009

Décima sexta teoria de astronomia graceliana.

RESPOSTA A ALGUNS ENIGMAS DA ASTRONOMIA.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Endereço – Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Direitos Autorais – Brasil.

Apresentado a Sociedade Brasileira de Física – SBFísica.

Brazilian Journal of Physics.

Do quase nada tudo pode surgir – exceto Deus. Pois é o único absoluto.


1- AS CALDAS DOS COMETAS MUDAM DE POSIÇÃO E FICAM EM SENTIDO PARALELO EXTERNO [para fora] sempre quando passam perto de algum planeta ou estrela. Isto confirma que a radiação impulsiona para fora os astros. E a gravitação tem pouca ação a grandes distancias. Pois se a gravitação atraísse a calda deveria se posicionar em sentido paralelo interno, mais próximo do astro em que o cometa esta passando. Ou ficar para traz, pois com a velocidade seria normal a calda sobrar para traz.

2- AS GALÁXIAS E AGLOMERADOS SÃO PLANOS POR CAUSA DO EFEITO MAGNÉTICO DURANTE A FORMAÇÃO das galáxias e aglomerados, pois os secundários se originam após um perfilamento de gases e partículas no equador, por causa do efeito magnético.

Isto prova que as galáxias e aglomerados são causa de um processo longo e mais demorado, e são causa secundaria, pois se originaram de algum primário.

3- A ESFERIFICAÇÃO SE DEVE APÓS O EFEITO MAGNÉTICO DE CARREAMENTO PARA O EQUADOR, ONDE SÃO PRODUZIDAS AS MASSAS DE GASES ATMOSFÉRICAS, SE CONFIRMA ISTO EM JÚPITER. Os anéis e os discos. E a pressão atmosférica e a pressão do espaço denso produzem a esferificação deste material.


4- OS PLANETAS E SATÉLITES EM SUA MAIORIA FORA DO SISTEMA SOLAR SÃO GASOSOS POR SEREM AINDA DE FORMAÇÃO RECENTE. SÃO JOVENS.

5- VÊNUS TEM UMA TRANSLAÇÃO CONTRÁRIA AOS OUTROS PLANETAS PORQUE ELE DEU UM GIRO ROTACIONAL SOBRE SI COM O PASSAR DOS TEMPOS. E ESTE FENÔMENO DE INCLINAÇÃO ROTACIONAL VEIO MUDANDO a sua inclinação translacional aumentando o ângulo desta inclinação. Pois quando o astro passa de um ângulo superior a cento e oitenta graus de inclinação, o mesmo passa a retornar, ou seja, fazer o movimento em sentido inverso.

Isto se confirma que Vênus possui uma das maiores inclinações rotacionais.

6- URANO E PLUTÃO TÊM UMA INCLINAÇÃO DE ROTAÇÃO PERPENDICULAR EM RELAÇÃO À ECLÍPTICA POR QUE são velhos e já se encontram com pouca produção de energia. Esta inclinação sempre aumentará, como também a inclinação da translação e a excentricidade.

7- OS SECUNDÁRIOS QUANDO VÃO SE AFASTANDO E FICANDO MAIS VELHOS E COM MENOS ENERGIA SE PROCESSANDO, TENDERÃO A TER UMA CRESCENTE INCLINAÇÃO ROTACIONAL E TRANSLACIONAL E GRANDES EXCENTRICIDADES.



8- PARADÓXIDO DO ACOMPANHAMENTO DA DINÂMICA DOS ASTROS E GALÁXIAS.

Sistema dinâmico solar.

OS SATÉLITES SEGUEM OS PLANETAS E ESTES O SOL, E O SOL A GALÁXIA.

É como um corredor que nasceu dentro de um carrossel e em translação na extremidade de um outro carrossel maior também em translação maior. Mesmo se o corredor parar ele estará em movimento. Ele sempre acompanhará o movimento do carrossel.

Quando mais próximo do carrossel central ele não se aproxima, por que ele não está sendo atraído, mas sim impulsionado para fora pela ação da radiação. Na verdade sempre quando a aproximação é maior, maior é a impulsão. Por sito que os secundários tem uma progressão de afastamento e seguem o primário.

É como a dinâmica dos anéis em torno dos planetas, que é uma translação quando visto como um corpo já estruturado, mas quando ainda na fase de filamentos de gases e partículas atmosféricas faz parte da rotação do planeta o segue o mesmo na sua translação no espaço.

Ou seja, mesmo produzindo a sua dinâmica pela sua energia, ele seguirá o sistema em foi produzido.

MAS HÁ COMETAS E ASTERÓIDES QUE SAÍRAM DO SISTEMA DINÂMICO SOLAR E NÃO HÁ MAIS REGISTRO DOS MESMOS.

Isto provavelmente ocorrerá com os satélites, planetas e cometas do sistema dinâmico solar, após eles ficarem mais velho, com menos energia, se afastarem mais de seus primários, e aumentarem a suas inclinações de rotação e translação e excentricidade. Na era em que o sistema solar de plano passar a ser redondo.

9 – MERCÚRIO E VÊNUS NÃO POSSUEM SATÉLITES POR SEREM JOVENS DE FORMAÇÃO, mesmo tendo uma grande produção de energia e radiação e temperatura. Enquanto Plutão tem dois satélites mesmo tendo um diâmetro também pequeno. Pois Plutão é mais velho e foi produzido numa quantidade de energia muito maior, enquanto o Sol era mais intenso na sua produção de energia.

10 – OS SATÉLITES DE MARTE SÃO OVAIS PORQUE MARTE TEM POUCA PRESSÃO ATMOSFÉRICA E PRESSÃO DE ESPAÇO DENSO. Que são os fatores que produzem a esfericidade dos astros.

Os asteróides em sua maioria também não possuem uma esfericidade perfeita.








SOBRE A EXPLICAÇÃO DO EIXO DA ROTAÇÃO.

Primeiro - o eixo da rotação não tem a nada haver com o achatamento, mas sim com o diâmetro do astro, pro isto que júpiter tem a menor inclinação, por ser maior e ser o mais estável.
Segundo - depende da formação inicial do astro, como já foi visto durante a sua formação os anéis e discos não estão completamente alinhados, mas sim sempre um pouco fora de um alinhamento.

Este alinhamento tende a uma regularidade e depois volta a aumentar conforme o astro desintegra a sua energia, por isto que os astros menores e mais afastados sempre terão uma maior inclinação em relação a este alinhamento.


PRINCIPIO DA VARIAÇÃO DA INCLINAÇÃO DA ROTAÇÃO.

A inclinação da rotação não é constante, ela varia sempre de décimos de graus, levando o astro a épocas mais quentes e outras frias.

Esta variação aumenta com o afastamento do secundário do primário e o diâmetro do mesmo. É maior nos satélites, cometas e asteróides, principalmente nos mais afastados e por serem produzidos por astros com um potencial de energia menor, no caso planetas.

Esta variação é confirmada pela evecção da lua.

PRINCÍPIO DA VARIAÇÃO DA EXCENTRICIDADE.

A mesma variação em décimos de graus se encontra na excentricidade dos astros, sempre maior nos mais afastados e menores.

Isto se confirma na órbita da lua e no período dos cometas, principalmente o cometa Haley.

ALTERNANCIDADE DA VARIAÇÃO.

A variação se alterna na órbita e na rotação, que aumenta e diminui conforme o diâmetro e afastamento do primário que pode ser em anos, períodos, e quantidade e velocidade de rotação, sempre levando em conta o diâmetro e o afastamento.

Em períodos de cinco em cinco anos até oitenta anos para alguns cometas, e em centenas de rotações.